sexta-feira, 30 de abril de 2010

Institucional parte 2: a revolta

Caraca! O blog tá totalmente abandonado. Porque? Pois nunca tenho empenho pra terminar algo que começo a escrever. Acontece direto. Tenho uma viagem interior, me dá umas piras, escrevo um rascunho as pressas pra não perder o fio da meada. Aí vem o problema. Fico com preguiça de concluir o texto, revisar, escrever melhor e tal, aí ele vai pra minha pasta de posts em potencial, que já tem mais de uma dezena de arquivos.

Hora de uma nova estratégia! A partir de agora não vai mais ter post bem escrito (tá, os antigos não eram assim bem escritos, mas eu tentava). Passarei a colocar textos não revisados, com certeza cheio de erros gramaticais e com frases que darão margem pra dupla interpretação, o que vai gerar comentários discordando de mim. Mas tudo isso não tem problema, afinal isso é um blog pessoal, pô, não uma coluna formal duma revista.

Ah, mais uma mudança. No início do blog, pensei em escrever sobre tudo que desse na telha. Depois, pensando em aumentar o número de ouvintes, resolvi focar em cultura, gastronomia e entretenimento, conforme esse post. Agora volto às origens: vou falar também de filosofia, estudos sociais, tecnologia e porcarias em geral.

Sim, eu sei que ninguém vai ficar curioso pra saber qual foi a viagem de ontem do fagionato e entrar aqui, mas não tem problema, esse blog também é uma forma de banco de conhecimento pessoal para eu persistir algumas idéias que as vezes tropeçam em alguma cabeça mais inteligente e caem na minha caxola!


Pra quem é bastante eclético, assim como eu, e gosta de ler sobre tudo, acredito que vai ser bem prazeroso visitar meu blog. Esse é o meu grande desafio. Se vc quer um blog com um assunto específico, infelizmente não vou ser útil.

Só pra presentear quem teve empenho de ler essa baboseira toda, uma dica: http://www.vikmuniz.net/ . Esse é o cara que fez a obra aí do lado. Um brasileiro mestre em captar momentos, locais e sentimentos e  expressar isso artisticamente com técnicas incomuns, sendo que a própria técnica é contextualizada com o sentimento.

Um abraço a todos!

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